Komo komunicar a inkomunikabilidade em Kafka?
Komo ker ke o komunikemos, komunicaremos kom konceitos inkorretos e inkomensuravelmente inkapazes de komunikar o ke Kafka keria.
Que é "excessivo", ou "redundante" para o presente capitalismo global. (Bauman). Pessoas sem função econômica, desnecessárias à economia mundial e aparentemente suspeitas por estarem por fora. Pessoas que emergem dos centros urbanos, bárbaros modernos, prestes a emergir das terras ignotas do além-império. Não há certeza sobre o destino dos não refugados, mas de uma forma, ou de outra a globalização os jogará à obsolescência...
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
A morte de Falstaff I
É duro assassinar nossos Falstaffs mesmo que seja para reinar melhor.
A mudança nunca é fácil.
Henrique deve ter sofrido por abandonar seu amigo,
Mas dar as costas ao seu ébrio passado que tanto lhe orgulhava,
Não mais estar desperto nas alegres madrugadas,
Não mais assistir o amanhecer com um estado de consciência acima do normal,
Ficar no mesmo nível dos labores banais.
Ou pior, estar agora submisso a espada segurada por um fio em cima do trono.
O não mais se isentar;
Do que quer que seja.
A vida sem cerveja...
Apenas trabalho e tristeza!
A mudança nunca é fácil.
Henrique deve ter sofrido por abandonar seu amigo,
Mas dar as costas ao seu ébrio passado que tanto lhe orgulhava,
Não mais estar desperto nas alegres madrugadas,
Não mais assistir o amanhecer com um estado de consciência acima do normal,
Ficar no mesmo nível dos labores banais.
Ou pior, estar agora submisso a espada segurada por um fio em cima do trono.
O não mais se isentar;
Do que quer que seja.
A vida sem cerveja...
Apenas trabalho e tristeza!
sábado, 2 de outubro de 2010
Eller mi ja nest c'est bien!
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...!
Eller mi ja nest c'est bien!
Eller mi ja nest c'est bien!
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...
Eller mi ja nest c'est bien...!
Eller mi ja nest c'est bien!
Eller mi ja nest c'est bien!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Relisgrade
Portas opacas trancadas, grades por cima dos altos muros e a religação interrompida pela materialização da metafísica da prisão. Dogma dos que deixam fora os mais necessidados dos cuidados do pai,
dogma de drogados pelo ópio dos mais fortes opiácios,
reflexos das injustiças e cançasos da moral e dos passos desconcertados dos desgraçados pelos eleitos.
Religião é a degradação de toda ação natural.
Pega o bom transforma em mal,
dicotomiza a dinâmica plural do existir.
Pega o pão faz a hóstia, bebe o vinho... a comunhão, bela bosta de confusão. Anedotas para adultos impostas severamente
sobre qualquer pensamento independente que se apresente.
Pegam Aquiles pelo calcanhar, nenhum ser vivente pode se tranquilizar na celeuma do presente que as grades ajudam a calar.
Volto a afirmar, sem medo algum de errar:
Igreja nada mais é do que o desperdício de um bom bar.
dogma de drogados pelo ópio dos mais fortes opiácios,
reflexos das injustiças e cançasos da moral e dos passos desconcertados dos desgraçados pelos eleitos.
Religião é a degradação de toda ação natural.
Pega o bom transforma em mal,
dicotomiza a dinâmica plural do existir.
Pega o pão faz a hóstia, bebe o vinho... a comunhão, bela bosta de confusão. Anedotas para adultos impostas severamente
sobre qualquer pensamento independente que se apresente.
Pegam Aquiles pelo calcanhar, nenhum ser vivente pode se tranquilizar na celeuma do presente que as grades ajudam a calar.
Volto a afirmar, sem medo algum de errar:
Igreja nada mais é do que o desperdício de um bom bar.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Mu(n)d(o)a Merda
Masmorras de mármore murmuram miudezas de medíocres, moucos mediante motricidade da mundaneidade, mas melhor o mutismo mútuo do que fazer porra de poesia com dicionário.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Sem título I
A vida amiúde nos perpassa sem pensarmos o quão imersos nos processos orgânicos estamos.
De tanto pensarmos esquecemos por vezes de pensar-nos, de viver-nos e de estar-nos.
De tempos em tempos a vida nos reaviva a memória do quanto somos efêmeros, do quanto somos fulgazes e insignificantes.
...
Tantas informações pra tão poucas opções.
Podemos fazer diferente todos os que conhecem, todos os que acreditam, todos os que sabem que, assim como nosso tempo é curto, o deles também é. Nem que seja necessário o trabalho de tão estranho equalizador... seremos todos iguais.
De tanto pensarmos esquecemos por vezes de pensar-nos, de viver-nos e de estar-nos.
De tempos em tempos a vida nos reaviva a memória do quanto somos efêmeros, do quanto somos fulgazes e insignificantes.
...
Tantas informações pra tão poucas opções.
Podemos fazer diferente todos os que conhecem, todos os que acreditam, todos os que sabem que, assim como nosso tempo é curto, o deles também é. Nem que seja necessário o trabalho de tão estranho equalizador... seremos todos iguais.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Diários Noturnos e Semanais I

Muito me incomoda a fluência do tempo e as incomensuráveis possibilidades, o podia ser é o pior germinador da culpa do que somos, e por isso nos sentimos incomodados com que nos fizemos ser. Como se já não bastasse o cristianismo, sempre achamos que poderíamos estar muito melhor do que estamos e temos amigos para confirmar essas nossas concepções. Contudo também poderíamos estar bem pior, mas nossos egos encarregam-se de suplantar qualquer resquício de dúvida que possa haver acerca disso. Nada melhor do que a vida pra nos provar o quanto estamos enganados, o quanto nosso sistema de objetivação do pensamento, a fala, é falho. Não pesamos com palavras, pensamos conceitos a parte da significância geral, é essa singularidade intrínseca a cada ser humano, composta de suas idiossincrasias e de particularidades tão belas quanto efêmera que faz de cada um, um ser com alteridade suficiente para suplantar qualquer teoria que tente lhe determinar o caminho. No fim só nos resta a nossa loucura e saber até onde ela nos faz loucos e até onde pode nos fazer sábios... sábios são loucos com discípulos.
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